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CLUBE de VELA de PORTUGAL

* Sailing Club of Portugal *

 

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apresente os seus episódios e as suas dúvidas em tudo quanto se relacione com regras de regata

REGRAS de REGATA

O Clube de Vela de Portugal apresenta nesta secção alguns textos das regras de regata com o objectivo de apoiar os seus velejadores de competição.

Outros textos, interpretações e problemas serão colocados oportunamente online.

O quadro técnico do Clube de Vela de Portugal coloca-se à disposição de todos os seus associados e atletas para lhes conceder cooperação técnica em Regras de Regata, suas interpretações, dúvidas, etc. bastando para isso que nos enviem as Vossas questões para:

o CVPortugal  concede apoio em regras de regata

pedido de esclarecimento de dúvidas

 

 

 

OS DIREITOS DOS VELEJADORES

  ... inquirições ou audiências

Nos últimos 30 anos o julgamento dos protestos tem melhorado com a adopção de regras que defendem os direitos das partes envolvidas.

Até aos anos 70 era vulgar os protestos serem julgados num acto em que interessados e testemunhas eram ouvidos em separado assemelhando-se a uma inquirição policial em vez de um julgamento – era a chamada inquirição.

Com a evolução dos direitos cívicos e das regras de regata o julgamento dos protestos deixou de ser uma inquirição passando a audiência, ou seja, acto em que as partes têm direito de estarem presentes durante todo o processo, de terem sido devidamente convocadas, de terem acesso à cópia do protesto, de terem tempo para prepararem a sua defesa, de apresentarem e interrogarem as suas testemunhas e as da parte contrária, e de apresentarem o contraditório.

Da antiga inquirição passou-se à moderna audiência apesar do saudosismo de alguns que ainda gostariam de serem inquiridores... em vez de serem juízes.

Desde há muito que as federações de vela adoptaram o termo “audiência” banindo a velha e autoritária figura da “inquirição”. 

Esperemos que se possam seguir os caminhos da modernidade e se sacuda o pó depositado em alguns espíritos, reminiscência dos tempos da arbitrariedade e do velho e caduco autoritarismo.

 

 

REGRAS de REGATA, da teoria à prática

As regras de regata são complexas e, por vezes, difíceis de interpretar.

Este manual, da autoria de Armando Goulartt tem todos os ingredientes para facilitar a sua analise e memorização através de uma apresentação lógica e sequencial, socorrendo-se de inúmeros exemplos, quadros esquemáticos, ilustrações e exercícios.

Destina-se a velejadores que participem em regatas de vela ligeira e de barcos de cruzeiro e pretende aproximar juízes e velejadores na mesma interpretação das regras.

Tem capítulos dedicados à organização e condução de regatas, medições, provas de barcos rádio-controlados, pontuação, regatas por equipas, etc.

23 capítulos

140 páginas

90 ilustrações

13 questionários

40 quadros esquemáticos

e dezenas de exercícios

Oferta de CD com respostas e explicações referentes aos questionários e exercícios,  regras das classes, regulamentos, etc.

Pedidos a:  CVPortugal@mail.telepac.pt

 

O MANUAL

O manual “Regras de Regata, da teoria à prática” foi oferecido pelo seu autor ao Clube de Vela de Portugal para divulgação das regras de regata e da sua interpretação entre velejadores e juízes.

O autor do manual colaborou na criação das novas regras de regata que surgiram em 1996, ministrou formação a mais de uma centena e meia de árbitros, juízes e oficiais de regata, coordenou três seminários internacionais de juízes da ISAF e actualmente é o Delegado Técnico da ISAF para a maior prova desportiva a seguir aos Jogos Olímpicos - os Jogos Pan-Americanos. Estamos convictos de que a sua experiência neste campo estará reflectida na presente obra.

O Clube de Vela de Portugal publica e distribui este manual sem quaisquer lucros ou intenções comerciais, esperando desta forma poder contribuir para que velejadores e juízes interpretem as regras uniformemente, pondo termo a  situações de ambiguidade na sua aplicação, e tendo como único objectivo a propagação e o desenvolvimento do desporto da vela.

Desejamos-lhe uma boa leitura.

Clube de Vela de Portugal

Rodrigo Biscaya

 

 

CONTEÚDO DO MANUAL

 

1.      Introdução   5

 

2.      Regras de regata   9

Principio básico

Regras fundamentais

Alteração de regras

 

3.      Organização da regata   17

Autoridades organizadoras

Inscrições

Exclusão de concorrentes

Regras de classe

Comissões de regata

Anúncio de regatas

Instruções de regata

Alteração às instr. de regata

Comissão de protestos

 

4.      Condução da regata   24

Sinais acústicos e visuais

Sistema de largada

Outros procedimentos da CR

Largada

Chamada individual

Chamada geral

Penalizações à largada

Contacto com baliza

Encurtamentos ou anulações

Alterar posição de baliza

Baliza desaparecida

Navegando o percurso

Chegada e tempo limite

Pontuação

Nova largada

Regatas reprogramadas

 

5.       Direito a rumo   37

Barcos em regata

Quando se aplica

Conceitos de direito a rumo

Manter-se afastado

Direito a rumo

Espaço

Rumo correcto

 

6.      Regras de direito a rumo  39

Com amuras opostas

Com as mesmas amuras

Sobreladeados

Enquanto a virar

 

7.      Restrições gerais   43

Evitando abalroamento

Adquirir direito a rumo

Alterando o rumo

Nas mesmas amuras; rumo correcto

 

8.      Nas balizas e obstáculos   49

Balizas e obstáculos

Rondar e passar balizas e obstáculos

Quando se aplica

Quando não se aplica

Dando espaço; manter-se afastado

Virar por davante numa baliza

Virar em roda

Passar um obstáculo contínuo

Espaço para virar por davante num obstáculo

 

9.      Outras regras   59

Erros à largada; penalizações por rotação; seguimento à ré

Virado, fundeado ou encalhado; salvamento

Interferir com outro barco

 

10.     Aplicação do direito a rumo   62

Manter-se afastado

Direito a rumo

Espaço

Rumo correcto

 

11.       Propulsão   65

Termos utilizados na regra

Regra básica

Acções proibidas

Excepções

Requisitos para audiência

 

12.    Direito de protestar   75

O que é um protesto

Quem pode protestar

Parte interessada

Como protestar

Parte de um protesto

Como apresentar um protesto

Tempo para apresentar protesto

 

13.    Pedidos de reparação   80

Razões para pedir reparação

Como pedir reparação

Decisões em caso de reparação

 

14.       Audiência de protestos  82

Requisitos para uma audiência

Tempo para preparação

Direito de estar presente

Ausência de uma parte

Validade

O que é um facto

O que é uma conclusão

O procedimento

A decisão

 

15.        Como protestar   88

O sistema

Porquê protestar

Importância do protesto

Como protestar

Durante a regata

Em terra

Gritos em regata

 

16.        Como se defender de protesto   91

Conhecer as regras

No momento do incidente

Chegando a terra

Direito a estar presente

Outros direitos

A audiência

A decisão

 

17.    Apelações   94

Direito de apelação

Quando é recusado

Procedimentos de apelação

Decisões de apelação

 

18.          Observadores nas audiências   96

Observadores

Como organizar

 

19.        Outras obrigações   101

Auxílio exterior

Penalizações por infracção

Posição da tripulação

 

20.        Código de publicidade  104

Categorias de publicidade

Escolha da categoria

Direitos dos organizadores

A escolha da publicidade

Sistemas de abonos

Penalizações

 

21.        Pontuação   109

Pontuar uma regata

Pontuações descartáveis

Número de regatas

Pontuação nas séries

Horas de largada

Sistemas de Pontuação

Empates

 

22.        Equipamento/Medições 114

Vestuário e equipamento

Regras de classe

Envergar e marear velas

 

23.        Barcos rádio-controlados   119

Termos

Áreas específicas

Observadores

Largada

Direito a rumo

Protestos

Pedidos de reparação

Decisões

 

24.        Regatas por equipas   124

Como são disputadas

Novos objectivos

Barcos em pernas diferentes

Ceder direitos

Auxilio exterior

Rumo correcto

Regatas diferentes

Protestos

Penalizações

Formato das competições

Percursos e largada

 

25.        Índice remissivo   130

 

26.        Índice alfabético   132


 

CONTEÚDO DO CD

 

Respostas aos questionários

Respostas e explicações referentes aos treze questionários e exercícios do Manual.

Regra da propulsão

Interpretações da regra; Apresentação PowerPoint; Questionário sobre a regra da propulsão.

Problemas de regras

Quatro problemas sobre regras de regatas e respectiva resolução.

Artigos sobre arbitragem

Clubes e juízes; O que querem os juízes; Quatro anos de arbitragem; As normas da arbitragem; Nomeação de juízes; Conduta imprópria; Audiências abertas; Observadores nas audiências (apresentação PowerPoint); Juízes e concorrentes; (apresentação PowerPoint).

A arbitragem em Portugal

História da arbitragem de vela em Portugal (1997-2002): Informação aos juízes (a atitude dos juízes, os juízes e a comunicação social, informações, inquéritos); Conselhos de juízes (conclusões); Formação de juízes (programas, acções de formação, formação regional); Formação de oficiais de regata (ser oficial de regatas, evolução dos oficiais de regata, acções de formação, condução de regatas e balizadores); Relatórios de arbitragem; Foro disciplinar.

Regras de classes

Optimist; Europe; Laser (estatutos, regras, medições, interpretações); Vaurien; Snipe; Mistral; Fórmula Windsurfing; IOM; 420; 470; Finn ; 49er ; Hobie Cat; Tornado; Flying Dutchman; Star; Dragão; Soling; J24; IMS; ORC; ANC; IRC; Sportboats; Offshore (hipotermia e special regulations); Regras de equipamento; Regras de classe padrão.

 

 

PROTESTOS - audiências inválidas

Quando a comissão de protestos não cumpre os procedimentos correctos de audiência, esta poderá ser declarada inválida.

Poderão invalidar as decisões de uma comissão de protestos os seguintes procedimentos:

  • Se uma decisão foi tomada por uma comissão em que um dos seus membros seja parte interessada (pág. 76 e 83).

  • Se o protesto se refere a um incidente ocorrido na área de regata e não foi observado pelo protestante (pág. 77).

  • Se o protestado não foi avisado da intenção de protesto pelo protestante (pág. 77).

  • Se a decisão da comissão não se limita ao incidente decidido no protesto (pág. 78).

  • Se o protesto não foi apresentado nos termos e dentro do prazo regulamentar e não existem razões justificativas para a comissão prorrogar esse prazo (pág. 78 e 79).

  • Se alguma das partes não foi devidamente convocada para a audiência (pág. 82).

  • Se ao protestado foi recusada cópia do protesto e tempo razoável para preparar a sua defesa (pág. 82).

  • Se em qualquer momento da audiência foi recusado o direito de presença a alguma das partes (pág. 83).

  • Quando uma das testemunhas esteve presente durante outra parte da audiência, para além do momento em que esteve a testemunhar (pág. 83).

  • Se não forem ouvidas as testemunhas apresentadas a tempo pelas partes (pág. 86).

 

 

(extracto da página 90 do manual "Regras de Regata, da teoria à prática")

 

REGRA DA PROPULSÃO (RRV 42)

 Interpretações da ISAF sobre a regra da propulsão.

 Textos e apresentações Power Point em português e em inglês.

                       Abra aqui ►   Tudo sobre a Regra da Propulsão

 

 

 

Boletim de protestos                                   

boletim de protesto.pdf